Saber como escolher o corretivo certo evita um dos erros mais comuns da maquiagem: aplicar um produto que disfarça mal ou que acentua ainda mais o problema que deveria esconder. A escolha certa depende do tom, da textura e da necessidade específica de cada área do rosto.

Tom: nem sempre igual ao da base

Para olheiras muito escuras, um corretivo com um leve tom pêssego ou alaranjado neutraliza melhor o roxo ou azulado da região, antes de aplicar o tom da pele por cima. Para imperfeições comuns, como vermelhidão de acne, o corretivo no tom exato da pele já resolve.

Textura: líquida, em bastão ou em creme

Corretivos líquidos costumam ser mais fáceis de esfumar e funcionam bem para o rosto todo. Versões em bastão têm mais pigmento concentrado e ajudam em pontos específicos, como pequenas manchas. Corretivos em creme, mais densos, são indicados para cobertura alta em cicatrizes ou manchas mais visíveis.

Cobertura: da mais leve à mais intensa

Cobertura leve disfarça sem esconder totalmente a textura da pele. Cobertura média resolve olheiras leves e vermelhidão pontual. Cobertura alta é indicada para manchas de melasma, cicatrizes de acne ou olheiras muito escuras, mas exige aplicação em camadas finas para não marcar linhas de expressão.

Aplicação certa para cada área

Na região dos olhos, aplique em um triângulo invertido abaixo da linha do olho, não só um risco embaixo dos cílios. Isso ilumina toda a área, não apenas disfarça a olheira. Para manchas pontuais, use uma quantidade pequena, direto no ponto, esfumando só as bordas.

O corretivo certo dura mais quando é fixado

Corretivo sem fixação tende a “correr” para as linhas de expressão ao longo do dia, principalmente na área dos olhos. Uma leve camada de pó solto por cima, aplicada com toques leves, prolonga bastante a durabilidade sem alterar o acabamento.

No fim, o corretivo certo não é o mais caro nem o mais famoso, é aquele cujo tom, textura e cobertura combinam com a necessidade específica da sua pele naquele dia.